A Atlasberg Platform é a camada de controle entre a sua organização e todos os modelos de IA. Cada requisição é autenticada, filtrada, roteada, medida e registrada em trilha imutável. Dentro do seu perímetro, sob as suas regras.
Áreas contratam ferramentas por conta própria. Chaves de API circulam em planilha. Dado de cliente sai da rede sem ninguém registrar. Quando o regulador perguntar quem enviou o quê, para qual modelo, em que dia, a resposta hoje não existe.
Não é um problema de ferramenta. É um problema de arquitetura.
Prompt com dado pessoal, contrato e código-fonte trafegando para fora sem política nem registro.
A fatura chega no fim do mês, agregada, sem dono, sem projeto, sem teto.
Chave compartilhada é identidade de ninguém. Sem identidade, não há responsabilidade.
Auditoria pede evidência. Log de aplicação não é evidência, é anotação.
As aplicações que você já tem falam com a Atlasberg Platform como se ela fosse o próprio provedor de IA. Troca-se a URL, e a governança passa a existir.
Identidade corporativa via SSO, chave virtual por área, time e usuário. Toda requisição tem dono antes de sair da rede.
Trilha imutável em hash-chain, verificável por terceiro. Registra a decisão, nunca o conteúdo cru. Evidência que sobrevive a auditor.
Prompt injection, exfiltração e temas proibidos barrados antes do primeiro byte da resposta. Bloqueio preventivo, não alerta depois do fato.
CPF e CNPJ com validação de dígito, cartão, e-mail, telefone e arquivo confidencial. Mascarar ou bloquear, por política.
Orçamento por time, projeto e modelo, com teto que corta. Custo por token atribuído ao centro de custo certo, no dia.
O modelo certo para cada caso de uso, com fallback automático. Trocar de provedor vira decisão de política, não projeto de migração.
Cada time enxerga só a base de conhecimento que pode enxergar. Contexto é dado sensível e recebe o mesmo controle que credencial.
Jurídico, engenharia e atendimento têm regras diferentes. Uma política por área, aplicada no mesmo ponto, sem exceção manual.
Antes de cada requisição sair para o provedor, o gateway decide, chamada por chamada, quais resultados de ferramenta o modelo ainda vai precisar. O resto sai. Não resume, não reescreve: o que uma pessoa ou o assistente escreveu fica intocado. Funciona com qualquer modelo e sem mudar uma linha do seu agente.
Fonte: nossa própria medição, publicada em 23/09/2026, sobre o nosso tráfego. O seu número pode ser maior ou menor; o modo de medição existe para isso.
Em 30 sessões reais de agente e 6.892 turnos. Tráfego de verdade, premissas publicadas.
Custo total do classificador na medição. Cada dólar de motor devolveu 390.
A poda dispara por limiar e desiste quando não compensa. Só 83 de 6.892 turnos esperaram 330 ms.
Tudo que sai é reobtenível. Mesmo recomprando cada trecho citado depois, sobram US$ 97 de saldo.
Sem migração, sem prompt novo, sem retreinar ninguém. Liga no gateway e o histórico chega mais leve ao provedor.
O modo de medição calcula quanto a compactação economizaria no seu tráfego sem podar nada. Os 17% desta página saíram exatamente dele.
O Jev, remoto, vê a conversa inteira. A Laya, local, roda na sua máquina e nenhum trecho sai da rede. Trocar é trocar o endereço.
Nasce desligada, ligar é deliberado. Se o motor falhar, o histórico original segue. O pior erro possível custa uma chamada de ferramenta repetida.
Toda requisição de IA da empresa percorre o mesmo caminho, na mesma ordem. Sem porta lateral, sem exceção.
As decisões de política acontecem em memória, antes do primeiro byte da resposta. Não em relatório de fim de mês.
SSO corporativo e chave virtual. A requisição nasce com nome, área e projeto.
Arquivo confidencial não sobe. O bloqueio acontece antes do upload, não depois.
Dado pessoal é mascarado ou barrado conforme a política da área.
Injeção, exfiltração e tema proibido são interceptados antes de a resposta começar.
A política escolhe o modelo, o provedor e o fallback. LLM local é opção de primeira classe.
Tokens, custo e decisões entram na trilha imutável. O conteúdo, não.
Um único artefato Docker, autocontido. A mesma plataforma nas quatro topologias, sem versão capada.
O dado não sai do seu perímetro. Prompt, arquivo e trilha tratados dentro da sua infraestrutura, sob as suas chaves.
Preço por capacidade, nunca por cadeira. Governança que cobra por usuário pune a empresa por adotar IA. A nossa cobra pelo volume que passa, e todo mundo entra.
Suba hoje, sem infraestrutura.
Sua conta, sua rede, seu controle de acesso.
Datacenter próprio, integrado ao seu SSO.
Sem internet, com licença offline assinada e LLM local. Para quem não pode negociar isso.
LGPD, AI Act, resoluções BACEN e SOC 2. A Atlasberg Platform não promete conformidade: ela produz a evidência que a conformidade exige.
Cada decisão de política assinada e encadeada. Qualquer terceiro verifica a integridade da trilha.
Retenção, localização e acesso ao dado definidos por você, não pelo fornecedor.
Evidência exportável no formato que o auditor pede, sem projeto interno para montar.
Será medido pela densidade de inteligência de cada pessoa. Times pequenos com IA governada vão superar divisões inteiras sem ela. Construímos a camada que torna isso possível sem abrir mão de controle.
Excelência não tem tamanho. Tem impacto.
Não. A plataforma expõe uma API compatível com o padrão de mercado. Sua aplicação troca a URL do provedor pela URL da plataforma e continua funcionando, agora com política, medição e trilha.
Milissegundos. As decisões de política acontecem em memória, no caminho da requisição, antes do primeiro byte da resposta. Não há fila nem processamento em lote.
OpenAI, Anthropic, Google Gemini, Azure OpenAI, AWS Bedrock e qualquer endpoint local compatível, incluindo Ollama. Todos atrás da mesma política.
Quem fez a requisição, para qual modelo, com qual política, qual decisão foi tomada, quantos tokens e qual custo. O conteúdo cru do prompt e da resposta nunca entra em log.
Sim. A topologia air-gapped roda 100% isolada, com licença offline assinada e LLM local. É o mesmo artefato das outras topologias, sem versão reduzida.
O DLP identifica e trata dado pessoal brasileiro antes de ele sair do perímetro, e a trilha imutável produz a evidência de tratamento que a fiscalização exige. Conformidade vira subproduto da operação, não projeto anual.
A renovação é um arquivo de licença assinado: importar o novo leva segundos, sem reinstalar nada. E o console avisa com boa antecedência antes de qualquer vencimento.
Por capacidade e módulos, nunca por usuário. Toda a empresa entra sem custo por cadeira. As faixas são definidas na primeira conversa, junto com a topologia.
Três passos, sem cartão de crédito. O pedido chega direto no time de engenharia, sem SDR, sem sequência de e-mail.
Sem cartão de crédito, sem SDR, sem sequência de e-mail. Quem libera o acesso é quem constrói o produto.
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