Logs de requisição e monitoramento. Seis telas, da leitura executiva do mês aos logs por requisição de LLM. Esta página também documenta as sete telas do grupo Custos, que no menu do console vem logo depois de Observabilidade.
Observabilidade
O grupo abre nos logs de LLM e aparece com Logs.View.
Início (/workspace/inicio)
Primeira tela depois do login. Leitura executiva do mês, não painel de análise. Tudo vem de APIs reais; sem dado, estado vazio. Subtítulo da tela: o que passou pela governança de IA da sua organização nos últimos 30 dias.
Quatro KPIs em janela fixa de 30 dias: gasto do mês, conversas governadas, agentes ativos, economia gerada.
Gráficos de atividade por dia e gasto por provedor.
Cartões: quem mais usa IA (top 5 usuários por custo), conversas recentes, inventário do workspace (provedores conectados, modelos no catálogo, chaves virtuais, agentes observados).
Os KPIs de agentes e economia vêm dos endpoints /api/atlasberg/agentes e /economometro; falha vira módulo indisponível neste deployment, nunca erro de página.
Nada a configurar. Tela somente leitura com atalho para o painel completo.
Dashboard (/workspace/dashboard)
O painel completo de análise, com abas de visão geral, ranking de modelos, uso por provedor, ranking por dimensão e MCP.
Todo o estado de filtro vive na URL: período (padrão 30d), início e fim, fuso horário, chaves virtuais, provedores, modelos, status, regras de roteamento, stop reasons, cache hits, filtros de metadados, usuários, times, clientes, unidades de negócio, apps e tipo de gráfico por métrica (barra ou linha).
Exportação por aba via popover de exportação.
Logs de LLM (/workspace/logs)
Tabela de requisições LLM com gráfico de volume, sidebar de filtros, detalhe por log em sheet e detalhe por sessão.
Filtros por provedor, modelo, parent_request_id e demais facetas, mantidos na URL.
Filtros na URL: nomes de ferramenta, labels de servidor, status, ids de chave virtual, busca em conteúdo.
Excluir exige MCPLogs.Delete.
Conectores (/workspace/observability)
Configura conectores de observabilidade para plataformas externas.
Em todo build: OpenTelemetry, Prometheus, Maxim.
Somente em builds enterprise: Datadog, BigQuery, Kafka, Pub/Sub. O build não-enterprise nem oferece esses cards.
Cada conector tem seu próprio formulário de configuração.
Configuração de logs (/workspace/config/logging)
Configuração de logging do gateway. A view lê a configuração de cliente e o bloco de enforcement, a trava de conteúdo medida sobre todos os destinos: logging, cada perfil OTel, cache semântico.
Campo visível: logging_headers, a lista de headers logados, editada como texto separado por vírgula.
Alterações podem exigir restart; a tela indica.
Custos
No menu do console, as sete telas abaixo formam o grupo Custos (URL /workspace/custos, sempre visível), descrito como gasto, rateio, orçamento e eficiência num lugar só. Ordem do menu: Painel executivo, FinOps, Visão geral, Eficiência, Orçamentos, Economômetro, Copilot. Nenhuma delas declara recurso de RBAC.
Painel executivo (/workspace/painel-executivo)
Drill-down de gasto de empresa para unidade organizacional, time e usuário, com trilha de navegação. Os números de cada nível somam o nível acima. Dados de GET /api/atlasberg/executivo.
Janela: presets de 30 dias, 90 dias e tudo, mais dois campos de data. Sem filtro, o rótulo diz todo o histórico.
Exportar PDF assinado: o botão baixa atlasberg-executivo.pdf; também existe export .txt. O envelope é assinado com a chave do deployment e verificável offline com o atlasberg-verify.
Teto por time: a coluna de percentual do teto vem da governança (orçamento mensal do time). Só times têm teto; os tetos não são somados para cima porque um teto de grupo não existe na governança.
Sub-tela: Unidades organizacionais
Em /workspace/painel-executivo/unidades. CRUD de unidades: criar unidade com nome e pai opcional, renomear, mapear ou remover times, pelas rotas /api/atlasberg/executivo/unidades. Mover um time só dispara no botão de confirmação, não no select.
FinOps: chargeback (/workspace/chargeback)
Rateio de custo por dono (chave virtual), provedor e modelo, agregado da trilha de auditoria, a mesma fonte do relatório de conformidade. KPIs: requisições, tokens, custo total e não servidas (admitidas mas sem resposta).
Resolução do dono: a trilha entrega um pseudônimo (digest da chave virtual); o console casa o digest com a chave virtual da governança na sessão do usuário, que tem permissão para ver as duas pontas. Sem contexto seguro (https ou localhost) o navegador não expõe crypto.subtle e o dono fica no digest.
Configuração: filtro de período com dois campos de data e botão de atualizar.
Visão geral (/workspace/custos)
Uma tela, uma pergunta: quanto gastamos, com o que, e se está dentro do teto. Gasto e teto lado a lado.
KPIs: custo no período, requisições, custo por mil requisições, times acima de 90 por cento do teto.
Gráficos: custo diário por modelo (cinco séries nomeadas mais outros) e orçamento do mês com medidor de consumo sobre o teto por time.
Cada cartão declara a fonte no rodapé: banco de observabilidade (logs.db) ou governança (config.db).
Configurável: seletor de período de 7, 30 ou 90 dias. Os orçamentos em si são configurados nos times, na governança, não aqui.
Eficiência (/workspace/custos/eficiencia)
Custo por mil requisições, por time. Clique numa barra para ver o mix de modelo do time, que é onde a diferença se explica.
Fonte: um escopo por time via GET /api/atlasberg/executivo.
Configurável: período de 7, 30 ou 90 dias.
Orçamentos (/workspace/orcamentos)
Orçamentos com corte suave. Limite mensal opt-in por unidade organizacional, time ou usuário. Ao estourar, as requisições do escopo passam a usar o modelo que você escolher. Nenhuma requisição é negada, nunca: é o oposto de Orçamentos e limites, em Modelos, que bloqueia. Gerenciado pelas rotas /api/atlasberg/orcamentos.
Colunas da tabela de regras: escopo, limite, gasto do mês com barra de progresso, modelo de destino, degradações, impedidas, toggle de ativa e ação de excluir.
Formulário de nova regra: tipo de escopo (unidade organizacional, time ou usuário; padrão time), escopo (select alimentado pelo diretório do painel executivo, degradando para input de texto se o diretório falhar; para usuário, o valor do campo user enviado no corpo da requisição), limite mensal em USD (mínimo 0.01), modelo de destino (select do catálogo de modelos, evitando typo silencioso que só falharia na primeira degradação), provedor de destino opcional (padrão mantém o provedor da requisição) e checkbox de habilitar já, marcado por padrão.
Comportamento documentado na tela: cada degradação fica registrada na trilha como budget.degraded; desligar a regra devolve o tráfego ao modelo original na hora.
Se o modelo de destino não é permitido para a chave virtual, o corte prefere não degradar e avisa: uma regra estourou e não conseguiu degradar, contado na coluna de impedidas.
Economômetro (/workspace/economometro)
Medidor passivo de desperdício de custo: o gateway observa tokens, tetos declarados e repetição de contexto no tráfego que já governa e aponta onde há dinheiro escapando. Nunca bloqueia nem altera nenhuma requisição. Dados de GET /api/atlasberg/economometro, ao vivo a cada 10 segundos.
Mostra: economia estimada na janela (ancorada no preço real do catálogo de modelos; sem preço no catálogo a estimativa fica em zero e a tela diz isso), achados ativos, requisições analisadas, cartões de achados e série diária de tráfego.
Os quatro detectores: prompt gigante, max_tokens exagerado, contexto repetido, modelo caro em tarefa trivial.
Estado desligado: quando desabilitado na política, a tela diz que o economômetro está desligado e que os dados pararam de acumular.
Nada a configurar nesta tela; o liga e desliga vem da política.
Copilot (/workspace/copilot)
Custo de licença importado das APIs administrativas da Microsoft. Não passa pelo gateway: é dinheiro e dono, não conteúdo. O módulo copilot da licença condiciona o import, não a leitura: o servidor responde sempre o painel inteiro e acrescenta o fato modulo_licenciado mais, quando falta o módulo, o aviso modulo_aviso. A tela mostra esse aviso acima dos KPIs e continua renderizando o painel com o inventário já importado; sem o módulo não há novo import nem nova conexão.
KPIs de custo do período, assentos, assentos parados (sem atividade em 30 dias) e custo parado (licença paga e sem uso).
Cartões por superfície: GitHub Copilot, Microsoft 365 Copilot, Copilot Studio, com cobrança por assento ou por pacote consumido (incluído, consumido, excedente, sobrando).
Tabela de rateio por time.
Antes do primeiro import, as listas de superfícies e de rateio por time voltam vazias (nunca null), então a tela diz nada importado em vez de falhar.
Frescor do dado: carimbo de data ao lado de todo número, com estados esperada, atrasada e vencida. As APIs fecham por dia, então o inventário nunca descreve hoje.
Nada a configurar aqui; a configuração fica em Governança, Acesso ao Copilot.
Sobre a Atlasberg Platform
A Atlasberg Platform é a camada de controle entre uma empresa e todos os modelos de IA: cada requisição é autenticada com uma chave virtual, filtrada por política e DLP, roteada para o provedor certo e gravada numa trilha de auditoria encadeada por hash. Expõe uma API compatível com a OpenAI, então as aplicações só trocam a URL base.
O mesmo artefato roda na Atlasberg Cloud, na sua VPC, on-premises ou totalmente air-gapped, e é cobrado por capacidade e módulos, nunca por assento.
Esta página faz parte da documentação oficial. Para falar com o time de engenharia, escreva para [email protected] ou use https://atlasberg.com/pt-br/contato. A resposta vem em até um dia útil.